Minha casa é próxima da sua.
Criei coragem,
Fui te visitar, mas algumas vezes você nem sempre estava lá.
Chegava no seu portão, com um pé atrás, queria que você estivesse e não estivesse lá.
Queria ter certeza que não estivesse e não ficar na duvida, pra quando eu fosse te ver, você não fingisse não estar.
Um dia me surpreendi,
Você veio me visitar, seu andar desengonçado, seu jeito atrapalhado (risos), você me fez sorrir sem precisar falar. Sorriso despretensioso, quase maroto que insinua varias coisas, mas ao mesmo tempo não diz nada.
Gostoso só de pensar, mas não é difícil de notar.
Nosso papo é diferente, as vezes inconsistente, incoerente, cheio de viagens, mas que nos leva a lugar nenhum e sempre acaba em sorrisos.
Nossas visitas se tornaram raras, tá mais difícil hoje em dia... Sei que cada um tem sua vida, mas nós temos nossas visitas, por a conversa em dia, mesmo que seja só para cada um ver o sorriso de cada um.
Venha me visitar mais vezes e eu te visitarei também,
Estarei de braços abertos e se duvidar o portão também, tenho um sério problema em deixa-lo aberto,
Irei mais lá na sua porta também, mas, então, só espero te encontrar lá mais vezes também.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Chained
Minhas Próprias Correntes
Sempre há um pouco de você em tudo que faço, na maneira de como ajo e nas decisões que tomo, tudo se foi, mas você ficou, mas porque eu não quis deixar você ir, não quero deixar você ir, mas você já se foi a muito tempo e demorei para perceber, demorei até demais...
A mentira foi construída, a verdade foi encoberta uma vez, enterrada na segunda e destruída na terceira. O que é real? O que significa "o real"? Você faz tudo isso parecer tão artificial.
Não me toque mais, evite me olhar, não sorria como antigamente, pois são os laços que me fazem permanecer ainda doente por ti, doença que não se cura, melhora, mas sempre volta. Maldito resfriado Alucinótico.
Me deixei cair em uma mentira, não nego, ao ponto de meu mundo desabar, chorei, por um dia, aos cantos me encurralei, mas por um dia e nada mais. Importante que disso eu cresci, amargo, sintético e frio, em todo caso forte, para que não acreditasse em mais nada do que você pudesse me dizer ou fazer.
Mas o que acontece quando você solta o primeiro sorriso? As palavras em diminutivo e em tom agudo? É, isso mesmo... Tudo desaba, o ozônio do meu mundo cede e minhas geleiras derretem. Volto a ser o cara de antigamente, que se deixa fácil influenciar, que tenta te agradar, doce, idiota, que se põem mais uma vez na linha de fogo para ver você em mim ,novamente, atirar. Fácil, rápida, fria e certeira, destrói o meu mundo, pisa no meu sentimento.
Como revidar? Sem chances! Pois não fui tão importante ao ponto de você se importar, certo? Ciúmes? Isso você nunca teve, tão segura, tão perfeita no seu modo imperfeito de ser.
Não sei exatamente as palavras, mas algo assim já aconteceu... O sentimento não me faz esquecer, amargo e doído sentimento. Cansei de me explicar, mas a memória não cansa de lembrar.
Sempre há um pouco de você em tudo que faço, na maneira de como ajo e nas decisões que tomo, tudo se foi, mas você ficou, mas porque eu não quis deixar você ir, não quero deixar você ir, mas você já se foi a muito tempo e demorei para perceber, demorei até demais...
A mentira foi construída, a verdade foi encoberta uma vez, enterrada na segunda e destruída na terceira. O que é real? O que significa "o real"? Você faz tudo isso parecer tão artificial.
Não me toque mais, evite me olhar, não sorria como antigamente, pois são os laços que me fazem permanecer ainda doente por ti, doença que não se cura, melhora, mas sempre volta. Maldito resfriado Alucinótico.
Me deixei cair em uma mentira, não nego, ao ponto de meu mundo desabar, chorei, por um dia, aos cantos me encurralei, mas por um dia e nada mais. Importante que disso eu cresci, amargo, sintético e frio, em todo caso forte, para que não acreditasse em mais nada do que você pudesse me dizer ou fazer.
Mas o que acontece quando você solta o primeiro sorriso? As palavras em diminutivo e em tom agudo? É, isso mesmo... Tudo desaba, o ozônio do meu mundo cede e minhas geleiras derretem. Volto a ser o cara de antigamente, que se deixa fácil influenciar, que tenta te agradar, doce, idiota, que se põem mais uma vez na linha de fogo para ver você em mim ,novamente, atirar. Fácil, rápida, fria e certeira, destrói o meu mundo, pisa no meu sentimento.
Como revidar? Sem chances! Pois não fui tão importante ao ponto de você se importar, certo? Ciúmes? Isso você nunca teve, tão segura, tão perfeita no seu modo imperfeito de ser.
Não sei exatamente as palavras, mas algo assim já aconteceu... O sentimento não me faz esquecer, amargo e doído sentimento. Cansei de me explicar, mas a memória não cansa de lembrar.
Devaneio Momentâneo.
Não pedi nada demais, também nunca quis nada demais.
Pensei que poderia ser desse jeito, suave como brisa e ao nosso tempo.
Vi você passar, quis te pegar, te segurar, te sentir, mas tudo ao mesmo tempo.
Tempo, parece que passou tão rápido, mas quando não estava contigo era tudo tão lento.
Senti vontade e vontades, nada que eu não esperasse, mas também nada que você não quisesse.
Veio tão forte, com tantos sorrisos, reflexões, uma paixão? Talvez não, não sei.
Um vento de fim de verão? É pode ter sido isso... mas gosto de outono.
Nunca tive certeza, quando tenho, me engano, com certeza.
Hoje penso, ontem não lembro e amanhã talvez esqueça.
Ouvindo esse Jazz, esse Indie ou esse Rap. Trago uns goles de solidão.
Deixo o tempo novamente passar, sem planos, para ver se ele me traz algo diferente.
A vida aleatória é tão interessante quanto a programada, seu mistério é cativante e intrigante.
Espero? Não, não esperarei mais, expectativas para que? São ilusões, incertezas e angustias.
Fomos algo sim, não sei dizer o que, mas com certeza, nessa linha do tempo existimos.
Poucos perceberam nossa música, talvez porque ela não agrada a todos.
Fomos discretos e criamos nosso próprio mundo que nos agradou.
O nosso mundo foi imperfeito e cheio de defeitos.
Gostei dele assim, nada nele podia ou não ser concreto.
Incerteza era um medo, mas o que tem? A certeza é perfeita, mas tão chata...
Gosto assim, imperfeita, você assim, linda do seu jeito. Incerta e tão errada.
Senti ou não, não sei, mas tá aqui,
Algo que faz o coração acelerar,
Um sorriso que deixa muitos a desejar.
E um olhar que quando encarado é de embasbacar.
Não tenho medo de dizer, vento que por mim passou,
Brisa suave, com leve fragrância,
Que me remete até hoje,
Sua lembrança.
Alguém diferente,
De bom coração,
Era perfeita?
Não.
Lost AND Found...
Pensei que poderia ser desse jeito, suave como brisa e ao nosso tempo.
Vi você passar, quis te pegar, te segurar, te sentir, mas tudo ao mesmo tempo.
Tempo, parece que passou tão rápido, mas quando não estava contigo era tudo tão lento.
Senti vontade e vontades, nada que eu não esperasse, mas também nada que você não quisesse.
Veio tão forte, com tantos sorrisos, reflexões, uma paixão? Talvez não, não sei.
Um vento de fim de verão? É pode ter sido isso... mas gosto de outono.
Nunca tive certeza, quando tenho, me engano, com certeza.
Hoje penso, ontem não lembro e amanhã talvez esqueça.
Ouvindo esse Jazz, esse Indie ou esse Rap. Trago uns goles de solidão.
Deixo o tempo novamente passar, sem planos, para ver se ele me traz algo diferente.
A vida aleatória é tão interessante quanto a programada, seu mistério é cativante e intrigante.
Espero? Não, não esperarei mais, expectativas para que? São ilusões, incertezas e angustias.
Fomos algo sim, não sei dizer o que, mas com certeza, nessa linha do tempo existimos.
Poucos perceberam nossa música, talvez porque ela não agrada a todos.
Fomos discretos e criamos nosso próprio mundo que nos agradou.
O nosso mundo foi imperfeito e cheio de defeitos.
Gostei dele assim, nada nele podia ou não ser concreto.
Incerteza era um medo, mas o que tem? A certeza é perfeita, mas tão chata...
Gosto assim, imperfeita, você assim, linda do seu jeito. Incerta e tão errada.
Senti ou não, não sei, mas tá aqui,
Algo que faz o coração acelerar,
Um sorriso que deixa muitos a desejar.
E um olhar que quando encarado é de embasbacar.
Não tenho medo de dizer, vento que por mim passou,
Brisa suave, com leve fragrância,
Que me remete até hoje,
Sua lembrança.
Alguém diferente,
De bom coração,
Era perfeita?
Não.
Lost AND Found...
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)